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Negligência na manutenção impacta custos e segurança no trânsito
Elias dos Santos, mecânico de manutenção industrial com 19 anos de atuação em montadoras de automóveis, explica como a falta de manutenção preventiva acelera desgastes
Por Administrador
Publicado em 29/01/2026 12:00
Manutenção Preventiva
Divulgação - envato




 


 

Ruídos ignorados, revisões adiadas e a falsa sensação de que “o carro está funcionando bem” ainda fazem parte da rotina de muitos motoristas. O problema é que esse comportamento está diretamente ligado ao surgimento de falhas graves, panes inesperadas e custos elevados com consertos emergenciais. Na maioria dos casos, os problemas não surgem de forma repentina, mas são consequência direta da falta de manutenção preventiva adequada.
Esse comportamento é reforçado por dados recentes do setor. Uma pesquisa apurada pela Webmotors mostra que, mesmo afirmando manter a manutenção em dia, 54% dos motoristas só decide levar o carro para revisão quando percebem um barulho estranho ou algum comportamento fora do normal. Ou seja, a ação preventiva acaba sendo substituída por uma resposta tardia ao problema.
Para Elias dos Santos, mecânico de manutenção industrial com 19 anos de atuação em montadoras de automóveis, a prevenção ainda é subestimada pelos motoristas. “Grande parte das falhas mecânicas não acontece de uma hora para outra. Elas se desenvolvem aos poucos e dão sinais claros, mas só são percebidas quando o dano já está instalado”, explica.
Na prática, muitos condutores procuram a oficina apenas quando o veículo apresenta um problema evidente. Esse modelo corretivo, além de mais caro, aumenta o risco de acidentes, compromete a confiabilidade do carro e reduz sua vida útil. “A manutenção preventiva não é trocar peça quebrada. É evitar que ela quebre”, destaca.
Ele informa que a manutenção preventiva vai além do calendário de revisões e dos checklists padronizados. Diferente da revisão anual, baseada em prazos fixos de tempo ou quilometragem, ela considera o comportamento real do veículo, o tipo de uso, as condições de rodagem e os sinais apresentados no dia a dia. Essa abordagem permite identificar desgastes de forma antecipada, reduz custos, melhora o desempenho do carro e garante mais segurança ao motorista, especialmente em viagens e períodos de uso intenso.
Segundo o especialista, Elias dos Santos, existem indícios comuns de que o carro precisa de atenção e que costumam ser ignorados no dia a dia, mas que indicam desgaste progressivo:

- Ruídos diferentes do habitual
- Vibrações fora do padrão
- Resposta mais lenta do motor
- Aumento no consumo de combustível
- Luzes de alerta no painel

“Quando esses alertas são negligenciados, o que poderia ser resolvido com um ajuste simples acaba se transformando em uma falha grave, com impacto direto no bolso e na segurança do motorista”, afirma.

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