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Famílias sem seguro viagem pagam até 10x mais em emergências médicas durante as férias de julho
Muita gente ainda acha que essa segurança só faz sentido em viagens internacionais e aí mora um erro clássico dos viajantes
Por Administrador
Publicado em 27/05/2025 12:03
Turismo
Freepik - Divulgação

As férias de julho estão logo ali, passagem comprada, hotel reservado, roteiro pronto. Mas e o seguro viagem, entrou na lista? Muita gente ainda acha que ele só faz sentido em viagens internacionais, e aí mora um erro clássico dos viajantes.
"A gente nunca planeja um imprevisto, mas ele adora aparecer quando a gente menos espera, especialmente em viagem e, pior ainda, quando tem criança junto", destaca o especialista Hugo Reichenbach, sócio e diretor de operações da Real Seguro Viagem.
E ele tem razão. Desde uma febre alta no meio do passeio até uma bagagem extraviada ou um gasto extra que não estava no orçamento, o seguro viagem é aquele investimento pequeno que pode evitar uma dor de cabeça enorme, mesmo em viagens dentro do Brasil.
Para se ter uma ideia do quanto o seguro viagem pode fazer diferença na prática — e no bolso —, os números falam por si.
O custo médio de uma emergência médica durante uma viagem dentro do Brasil, sem seguro, pode variar de R$ 1.200 a R$ 5.000, segundo dados da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Um valor consideravelmente alto, principalmente se comparado ao investimento diário de um seguro viagem, que costuma ficar entre R$ 50 e R$ 200 por dia para uma família que viaja pelo Brasil — valores que podem ser até 10 vezes maiores do que o custo do mesmo atendimento em um hospital conveniado pelo seguro.
E os imprevistos não param na saúde. Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) mostram que 78% dos casos de extravio de bagagem em voos domésticos acontecem justamente nos períodos de alta temporada, como as férias de julho.
Já o Procon-SP alerta: 42% das reclamações feitas por consumidores em viagens de julho estão relacionadas a perdas financeiras por cancelamentos de hospedagem, passeios ou voos, muitas vezes sem cobertura ou reembolso.
E motivo pra viajar não falta. Uma pesquisa da YouGov apontou que 21,1% dos brasileiros que pretendiam viajar em 2024 escolheram justamente o inverno (entre junho e agosto) para realizar a principal viagem do ano. Julho, sozinho, aparece como o mês preferido de 10,7% dos entrevistados.
Um levantamento da Booking.com revelou que 94% dos brasileiros pretendem viajar no próximo verão, e 67% devem escolher destinos nacionais. Ou seja: o turismo interno segue forte, e o seguro viagem, mais do que recomendado.
"O brasileiro organiza passagem, hotel, roteiro… mas esquece da parte prática. Seguro viagem é isso: planejamento inteligente", reforça Hugo.

O que o seguro viagem cobre?
- Atendimento médico e odontológico
- Ajuda com bagagem extraviada
- Reembolso em caso de cancelamento da viagem
- Assistência jurídica
- Despesas extras com imprevistos
- Cobertura de despesas farmacêuticas

Viajar com seguro é viajar mais tranquilo. A família toda curte muito mais quando sabe que, se der algum problema, tem pra onde correr", conclui o CEO da Real Seguro Viagem.

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